Marlos Florencio Fernandes

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Marlos Florencio Fernandes
7 eleições entre 2000 e 2024 · último partido CIDADANIA
68 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Marlos Fernandes (Marlos Florêncio Fernandes) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Araguari em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 29.424 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por MG, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 21 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 31 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com pessoal (R$ 22 mil), baixa de estimaveis - despesas com transporte ou deslocamento (R$ 18 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 729 mil em 2008 (47% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 160 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

8.807 votos em 2014 · 7 eleições

A votação de Marlos Florencio Fernandes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 82 mil em receitas · R$ 82 mil em gastos contratados

Marlos Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2014, e prefeito em Araguari (MG) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 21 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 31 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com pessoal (R$ 22 mil) e baixa de estimaveis - despesas com transporte ou deslocamento (R$ 18 mil). Em 2008, 47% dos R$ 729 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2006, R$ 160 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 82 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 82 milcontratados
Gastos em 2008R$ 729 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 82 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 37% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 82 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 22 mil27,4%
  • Materiais impressosR$ 11 mil13,5%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil10,4%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil9,3%
  • Materiais impressosR$ 1 mil1,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 31 mil38,0%
2008Prefeito, Araguari (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 729 mil
208 doadores pessoas físicas
pessoas 86% · empresas 2% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 729 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 131 mil17,9%
  • Materiais impressosR$ 96 mil13,2%
  • Locação de imóveisR$ 6 mil0,8%
  • Serviços de terceirosR$ 650menos de 0,1%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 496 mil68,0%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 161 mil
40 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas menos de 1% · empresas 17% · próprios 79%
Gasto contratado
R$ 160 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 36 mil22,3%
  • Materiais impressosR$ 23 mil14,6%
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil12,0%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil2,0%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 79 mil49,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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