Tonha Magalhães (Antônia Magalhães da Cruz) disputou 11 eleições entre 1994 e 2024, para vice-prefeita, prefeita, deputada federal e deputada estadual. Ela foi eleita 3 vezes: deputada federal em 2006; prefeita de Candeias em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputada federal por BA: 78.034 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Candeias/BA, declarou R$ 215 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 215 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 50 mil), publicidade por carros de som (R$ 40 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 523 mil em 2018 e R$ 313 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
14.963 votos em 2020 · 11 eleições
A votação de Antonia Magalhães da Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 215 mil em receitas · R$ 215 mil em gastos
Tonha Magalhães declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputada federal por Bahia em 2006, 2010 e 2018, e prefeita em Candeias (BA) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 215 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 215 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 50 mil) e publicidade por carros de som (R$ 40 mil). Em 2018, R$ 523 mil em gastos; em 2016, R$ 313 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 215 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 215 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 523 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 2% · pessoas 30% · empresas 38% · próprios 11% · outras 19%
Gasto contratado
R$ 287 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 74 mil25,8%
Serviços de terceirosR$ 10 mil3,6%
Locação de imóveisR$ 7 mil2,3%
PessoalR$ 1 mil0,4%
Outras 17 categoriasinclui R$ 928 lançados como "diversas a especificar"R$ 195 mil67,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 1996ELEITO13.135LCandeias, Bahia · 38 anos · Ensino médio completo · PPB · nº 11 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1994SUPLENTE5.659GBA · 36 anos · Ensino médio completo · PDT · nº 12126 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.