- Serviços de terceirosR$ 31 mil38,0%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 13 mil16,2%
- Locação de imóveisR$ 10 mil12,1%
- Serviços advocatíciosR$ 10 mil12,1%
- Outras 5 categoriasR$ 18 mil21,7%
Segundo o Radar do Voto, Marivalda do PT (PT) ficou como suplente de deputada estadual pela Bahia em 2026, com 11.126 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marivalda do PT (Marivalda da Silva) disputou 6 eleições entre 2008 e 2026, para deputada estadual, prefeita, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 3 vezes: vice-prefeita de Candeias em 2020; vereadora de Candeias em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2024, para prefeita em Candeias/BA: 21.199 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por BA, declarou R$ 475 mil em receitas: R$ 392 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 63 mil de outras campanhas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 31 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 13 mil) e locação de imóveis (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 675 mil em 2024 e R$ 27 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marivalda da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marivalda do PT declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Candeias (BA) em 2008, 2012 e 2016, prefeita em Candeias (BA) em 2024, e deputada estadual por Bahia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 475 mil em receitas: R$ 392 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 63 mil de outras campanhas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 83 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 31 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 13 mil); R$ 63 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 675 mil em gastos; em 2016, 65% dos R$ 27 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.