- Serviços de terceirosR$ 51 mil29,8%
- Serviços contábeisR$ 40 mil23,4%
- Serviços advocatíciosR$ 30 mil17,5%
- PessoalR$ 25 mil14,6%
- Outras 3 categoriasR$ 25 mil14,7%
Delcidio Amaral (PRD) teve 14.431 votos para governador do Mato Grosso do Sul em 2026 e não foi eleito, pelo resultado oficial do TSE. Delcidio Amaral (Delcídio do Amaral Gomez) disputou 8 eleições entre 2002 e 2026, para governador, prefeito, deputado federal e senador. Ele foi eleito 2 vezes: senador em 2010 e 2002. A maior votação foi em 2010, para senador por MS: 826.848 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 12,9 milhões empenhados em 4 emendas individuais ao orçamento de 2016, para 4 municípios; 85% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para governador por MS, declarou R$ 159 mil em receitas: R$ 149 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 171 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 51 mil), serviços contábeis (R$ 40 mil) e serviços advocatícios (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 985 mil em 2024 (43% com pessoal) e R$ 1,4 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Delcídio do Amaral Gomez em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Delcidio Amaral declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: governador por Mato Grosso do Sul em 2006, 2014 e 2026, senador por Mato Grosso do Sul em 2010 e 2018, deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2022, e prefeito em Corumbá (MS) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 159 mil em receitas: R$ 149 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 171 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 51 mil) e serviços contábeis (R$ 40 mil); R$ 84 mil já foram pagos. Em 2024, 43% dos R$ 985 mil em gastos foram com pessoal; em 2022, 48% dos R$ 1,4 milhão em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Delcidio Amaral teve R$ 12,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 4 emendas individuais ao orçamento de 2016 (legislatura 2015 a 2018), para 4 municípios. Já foram pagos R$ 11 milhões (85%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2016 | R$ 12,9 milhões | R$ 11 milhões | 85% | 4 | 4 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.