Silvio Roberto Cavalcanti Peccioli

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Silvio Roberto Cavalcanti Peccioli
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSD
62 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Silvinho Peccioli (Silvio Roberto Cavalcanti Peccioli) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Santana de Parnaíba em 2012, 2008, 2000 e 1996; deputado federal em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por SP: 133.033 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Santana de Parnaíba/SP, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (33 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil), publicidade por adesivos (R$ 11 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 126 mil em 2016 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 1,3 milhão em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

17.421 votos em 2016 · 8 eleições

A votação de Silvio Roberto Cavalcanti Peccioli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 53 mil em receitas · R$ 36 mil em gastos contratados

Silvinho Peccioli declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, e prefeito em Santana de Parnaíba (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 53 mil em receitas: R$ 17 mil de doações privadas (33 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e publicidade por adesivos (R$ 11 mil). Em 2016, 53% dos R$ 126 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, R$ 1,3 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 53 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 36 milcontratados
Gastos em 2016R$ 126 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Santana de Parnaíba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 53 mil
33 doadores pessoas físicas
pessoas 31% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 36 mil
pago: R$ 36 mil (99%)
  • Materiais impressosR$ 20 mil54,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 11 mil31,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil13,8%
  • PessoalR$ 2140,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 8menos de 0,1%
2016Prefeito, Santana de Parnaíba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 10% · próprios 90%
Gasto contratado
R$ 126 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 67 mil53,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 17 mil13,2%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil11,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 10 mil8,2%
  • Outras 8 categoriasR$ 17 mil13,5%
2012Prefeito, Santana de Parnaíba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 5% · empresas 76% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 420 mil31,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 354 mil26,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 169 mil12,7%
  • Serviços de terceirosR$ 81 mil6,1%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 22 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 304 mil22,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Santana de Parnaíba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 584 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 5% · empresas 93%
Gasto contratado
R$ 584 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 160 mil27,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 94 mil16,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 43 mil7,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 38 mil6,6%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 74 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 249 mil42,7%
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
50 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 20% · empresas 72%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 224 mil18,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 209 mil17,4%
  • Serviços de terceirosR$ 161 mil13,4%
  • Encargos sociaisR$ 78 mil6,5%
  • Outras 18 categoriasR$ 526 mil43,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000, 2006 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Silvio Roberto Cavalcanti Peccioli (Silvinho Peccioli): candidaturas e votos · Radar do Voto