Segundo o Radar do Voto, Lucas Barreto (PSD) foi eleito senador pelo Amapá em 2026, com 213.948 votos, pelo resultado oficial do TSE. Lucas Barreto (Luiz Cantuária Barreto) disputou 11 eleições entre 1990 e 2026, para senador, vereador, governador, prefeito, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: senador em 2026 e 2018; vereador de Macapá em 2012; deputado estadual em 2002, 1998 e 1990. A maior votação foi em 2026, para senador por AP: 213.948 votos. No Senado Federal, teve R$ 278,6 milhões empenhados em 79 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 52 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para senador por AP, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outras campanhas e R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 590 mil), serviços advocatícios (R$ 310 mil) e publicidade por adesivos (R$ 234 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 480 mil em 2018 (75% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 78 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
213.948 votos em 2026 (eleito) · 11 eleições
A votação de Luiz Cantuária Barreto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualGovernadorPrefeitoVereadorSenadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 2 milhões em receitas · R$ 1,9 milhão em gastos contratados
Lucas Barreto declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: prefeito em Macapá (AP) em 2008, governador por Amapá em 2010 e 2014, vereador em Macapá (AP) em 2012 e 2016, e senador por Amapá em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outras campanhas e R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 590 mil) e serviços advocatícios (R$ 310 mil); R$ 1,7 milhão já foram pagos. Em 2018, 75% dos R$ 480 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2016, R$ 78 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 2 milhõesparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 1,9 milhãocontratados, parcial; R$ 1,7 milhão pagos
Gastos em 2018R$ 480 milcampanha encerrada; tudo pago
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil0,7%
Outras 2 categoriasR$ 143 mil70,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 278,6 milhões empenhados · 87% pago · 79 emendas em 52 municípios
Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263
No Senado Federal, Lucas Barreto teve R$ 278,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 79 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 52 municípios. Já foram pagos R$ 241,4 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Macapá, Santana e Cutias. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 171,1 milhões em 29 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 107,6 milhões em 50 emendas.2
EmpenhadoR$ 278,6 milhõesorçamentos de 2020 a 2026
PagoR$ 241,4 milhões87% do empenhado, com restos a pagar
Emendas79individuais
Municípios52diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2026
R$ 33 milhões
R$ 22 milhões
67%
9
10
2025
R$ 68,8 milhões
R$ 59,6 milhões
87%
15
20
2024
R$ 69,3 milhões
R$ 62,4 milhões
90%
5
6
Legislatura 2023 a 2026
R$ 171,1 milhões
R$ 144 milhões
84%
29
24
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
1SaúdeR$ 83,1 milhões48,6%
2Encargos EspeciaisR$ 75,6 milhões44,2%
3EducaçãoR$ 6,5 milhões3,8%
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
1MacapáR$ 79,2 milhões46,3%
2SantanaR$ 13,9 milhões8,1%
3CutiasR$ 8,7 milhões5,1%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
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Candidaturas
11 candidaturas · eleito em 2012, 2018 e 2026
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Senador · 2026ELEITO213.948GAP · 62 anos · Branca · Ensino médio completo · Senador · PSD · nº 555 · ver resultado completoprestação de contas
Senador · 2018ELEITO128.186GAP · 54 anos · Branca · Ensino médio completo · Técnico de Eletricidade, Eletrônica e Telecomunicações · PTB · nº 147 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2002ELEITO3.799GAP · 38 anos · Ensino médio incompleto · Tecnico de Eletricidade, Eletronica e Telecomunicacoes · PDT · nº 12456 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PPB / PSD
Deputado Estadual · 1998ELEITO3.313GAP · 34 anos · Ensino médio completo · Técnico de Eletricidade, Eletrônica e Telecomunicações · PSD · nº 41123 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PSD
Deputado Estadual · 1990ELEITO1.055GAP · 26 anos · PDT · nº 12103 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.