Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Jorge Bichara (Jorge Bichara Neto) disputou 2 eleições entre 2010 e 2016, para prefeito e 1º suplente senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Marabá/PA, declarou R$ 388 mil em receitas: R$ 288 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 387 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 108 mil), militância e mobilização de rua (R$ 68 mil) e publicidade por adesivos (R$ 51 mil).
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 388 mil em receitas · R$ 387 mil em gastos contratados
Dr. Jorge Bichara declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Marabá (PA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 388 mil em receitas: R$ 288 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 387 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 108 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 68 mil).
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 108 mil28,0%
Militância e mobilização de ruaR$ 68 mil17,7%
Publicidade por adesivosR$ 51 mil13,3%
Serviços de terceirosR$ 46 mil11,9%
Outras 8 categoriasinclui R$ 50 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 113 mil29,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
1º Suplente Senador · 2010—GPA · 57 anos · Superior completo · Médico · PV · nº 433 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.