- PessoalR$ 45 mil20,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 16 mil7,2%
- Serviços de terceirosR$ 13 mil6,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil5,9%
- Locação de imóveisR$ 8 mil3,7%
- Outras 10 categoriasR$ 122 mil56,4%
Delúbio (Delubio Soares de Castro) tem candidatura registrada a deputado federal por GO em 2026 pelo PT. É a primeira candidatura dessa pessoa nos dados do TSE. Na campanha de 2026 para deputado federal por GO, declarou R$ 881 mil em receitas: R$ 796 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 30 mil de outras campanhas e R$ 56 mil de doações privadas (4 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 217 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 80 mil), pessoal (R$ 45 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 16 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Delúbio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Goiás em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 881 mil em receitas: R$ 796 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 30 mil de outras campanhas e R$ 56 mil de doações privadas (4 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 217 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 80 mil) e pessoal (R$ 45 mil); R$ 144 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Primeira candidatura. Não há eleição anterior desta pessoa nos dados do TSE (1933–2024): é a estreia dela nas urnas.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.