- Impulsionamento de conteúdosR$ 168 mil33,6%
- Serviços advocatíciosR$ 40 mil8,0%
- Materiais impressosR$ 32 mil6,4%
- Serviços contábeisR$ 20 mil4,0%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 200 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 240 mil48,0%
Segundo o Radar do Voto, Ricardo Ganem (PODE) ficou como suplente de deputado federal por Santa Catarina em 2026, com 4.690 votos, pelo resultado oficial do TSE. Na campanha de 2026 para deputado federal por SC, declarou R$ 797 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 499 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 168 mil), serviços advocatícios (R$ 40 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Primeira candidatura
Esta pessoa estreia nas urnas em 2026: não há eleição anterior dela nos dados do TSE (1933–2026). Os dados vêm do registro de candidatura no TSE (as redes sociais são as que ela informou ao Tribunal).
Ricardo Ganem declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Santa Catarina em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 797 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 499 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 168 mil) e serviços advocatícios (R$ 40 mil); R$ 475 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.