- PessoalR$ 38 mil37,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 31 mil30,9%
- Serviços advocatíciosR$ 17 mil17,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil13,6%
- Outras 2 categoriasR$ 7230,7%
Priscila Cruz (Priscila Cruz dos Santos) tem candidatura registrada a deputada federal por SE em 2026 pelo MDB. É a primeira candidatura dessa pessoa nos dados do TSE. Na campanha de 2026 para deputada federal por SE, declarou R$ 180 mil em receitas: R$ 170 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 9 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil), militância e mobilização de rua (R$ 31 mil) e serviços advocatícios (R$ 17 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Priscila Cruz declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Sergipe em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 180 mil em receitas: R$ 170 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 9 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com pessoal (R$ 38 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 31 mil); R$ 20 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Primeira candidatura. Não há eleição anterior desta pessoa nos dados do TSE (1933–2024): é a estreia dela nas urnas.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.