5 eleições entre 1986 e 2010 · último partido PSDB
59 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Governador
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Teotonio Vilela (Teotonio Brandão Vilela Filho) disputou 5 eleições entre 1986 e 2010, para governador e senador. Ele foi eleito 5 vezes: governador em 2010 e 2006; senador em 2002, 1994 e 1986. A maior votação foi em 2002, para senador por AL: 762.675 votos. Na campanha de 2010 para governador por AL, declarou R$ 26,7 milhões em receitas: R$ 17 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 55 mil de doações privadas e R$ 9,7 milhões de empresas. Os gastos contratados somam R$ 28,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 7,1 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 4,3 milhões) e serviços de terceiros (R$ 3,6 milhões). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7,8 milhões.
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Evolução da votação nas eleições
534.962 votos em 2010 · 5 eleições
A votação de Teotonio Brandao Vilela Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 26,7 milhões em receitas · R$ 28,3 milhões em gastos contratados
Teotonio Vilela declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Alagoas em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 26,7 milhões em receitas: R$ 17 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 55 mil de doações privadas e R$ 9,7 milhões de empresas. Os gastos contratados somam R$ 28,3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 7,1 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 4,3 milhões). Em 2006, R$ 7,8 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 26,7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 28,3 milhõescontratados
Gastos em 2006R$ 7,8 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 3% · pessoas 5% · empresas 92%
Gasto contratado
R$ 7,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 3 milhões38,9%
PessoalR$ 1,4 milhão17,4%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 941 mil12,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 598 mil7,7%
Outras 23 categoriasinclui R$ 208 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,9 milhão23,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Senador · 1994ELEITO331.452GAL · 43 anos · Superior completo · Economista · PSDB · nº 453 · ver resultado completoSenado Federal
Senador · 1986ELEITO298.185GAL · 35 anos · PMDB · ver resultado completoSenado Federal
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.