- Combustíveis e lubrificantesR$ 23 mil65,0%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3 mil9,6%
- Materiais impressosR$ 2 mil4,9%
- ComíciosR$ 2 mil4,2%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil16,4%
Francisco Alves disputou 3 eleições entre 2000 e 2008, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Fronteira dos Vales em 2008; vice-prefeito de Fronteira dos Vales em 2004. Na campanha de 2008 para prefeito em Fronteira dos Vales/MG, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 20 mil de empresas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 23 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Francisco Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Francisco Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Fronteira dos Vales (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (11 doadores), R$ 20 mil de empresas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 23 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 3 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.