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Thiaguinho Silva

Foto de Thiago da Silva Santos
Thiaguinho Silva
Thiago da Silva Santos (nome civil)
4 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PL
39 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Vereador
Candidato a Deputado Estadual · São Paulo · Eleições 2026 · PL · nº 22055
Com mandato
redes informadas ao TSE

Thiaguinho Silva (PL) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 11.501 votos, pelo resultado oficial do TSE. Thiaguinho Silva (Thiago da Silva Santos) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Itapevi em 2024; vereador de Itapevi em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por SP: 11.501 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 662 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 38 mil de doações privadas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 473 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 165 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 143 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 54 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 42 mil em 2020 e R$ 16 mil em 2016.

Vice-Prefeito · 2024
86.936
votos · Itapevi, São Paulo · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

11.501 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Thiago da Silva Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 662 mil em receitas · R$ 473 mil em gastos contratados

Thiaguinho Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Itapevi (SP) em 2016 e 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 662 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 38 mil de doações privadas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 473 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 165 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 143 mil); R$ 281 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 42 mil em gastos; em 2016, 54% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 662 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 473 milcontratados, parcial; R$ 281 mil pagos
Gastos em 2020R$ 42 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 662 mil
doações de pessoas
FEFC 91% · Fundo Partidário 2% · partido menos de 1% · pessoas 6% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 473 mil
pago até agora: R$ 281 mil (59%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 165 mil35,0%
  • Materiais impressosR$ 143 mil30,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 54 mil11,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 36 mil7,6%
  • Outras 10 categoriasR$ 74 mil15,7%
2020Vereador, Itapevi (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 48 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 78% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 42 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 13 mil31,2%
  • PessoalR$ 10 mil24,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil7,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil6,6%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil30,1%
2016Vereador, Itapevi (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 84% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 8 mil54,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil10,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil9,3%
  • Materiais impressosR$ 1 mil8,9%
  • Outras 5 categoriasR$ 3 mil17,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.