- Impulsionamento de conteúdosR$ 3587,2%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2004,0%
- Materiais de expedienteR$ 120,2%
- Outras 1 categoriainclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil88,6%
Carol do Rh (Ana Carolina Rodrigues Pires Martins Luiz) disputou 1 eleição, em 2024, para vereadora em São Sebastião do Paraíso/MG, com 196 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2024 para vereadora em São Sebastião do Paraíso/MG, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 803 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 358), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 200) e materiais de expediente (R$ 12).
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Carol do Rh declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em São Sebastião do Paraíso (MG) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 803 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 358) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 200).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.