Ladinho de Dona Luzia (Geraldo Aparecida Pessoa) disputou 1 eleição, em 2008, para vereador em Barão de Cocais/MG, com 166 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para vereador em Barão de Cocais/MG, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 228 de outras campanhas, R$ 750 de doações privadas (4 doadores), R$ 748 de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 805), serviços de terceiros (R$ 515) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 310).
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados
Ladinho de Dona Luzia declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Barão de Cocais (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 228 de outras campanhas, R$ 750 de doações privadas (4 doadores), R$ 748 de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 805) e serviços de terceiros (R$ 515).
partido e outras campanhas 6% · pessoas 18% · empresas 18% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 80519,5%
Serviços de terceirosR$ 51512,5%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3107,5%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2606,3%
Outras 8 categoriasinclui R$ 170 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil54,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.