- PessoalR$ 46 mil24,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 44 mil22,5%
- Serviços de terceirosR$ 34 mil17,4%
- Publicidade por adesivosR$ 14 mil7,4%
- Outras 9 categoriasR$ 55 mil28,7%
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Danilo Morgado (PL) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 9.145 votos, pelo resultado oficial do TSE. Danilo Morgado (Danilo Marco Morgado Silva) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputado estadual, prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Praia Grande/SP: 65.780 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 519 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outros recursos do partido e R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 193 mil, principalmente com pessoal (R$ 46 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 44 mil) e serviços de terceiros (R$ 34 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 121 mil em 2024 e R$ 1,1 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Danilo Marco Morgado Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Danilo Morgado declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Praia Grande (SP) em 2020 e 2024, deputado federal por São Paulo em 2022, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 519 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outros recursos do partido e R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 193 mil, principalmente com pessoal (R$ 46 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 44 mil); R$ 145 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 121 mil em gastos; em 2022, R$ 1,1 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto