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Haroldo Gaia

Foto de Haroldo Wilson Gaia Pará
Haroldo Gaia
Haroldo Wilson Gaia Pará (nome civil)
2 eleições entre 2010 e 2020 · último partido PTB
48 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado

Haroldo Gaia (Haroldo Wilson Gaia Pará) disputou 2 eleições entre 2010 e 2020, para vice-prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2010 para deputado estadual por PA, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 208 de doações privadas e R$ 15 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e publicidade por carros de som (R$ 3 mil).

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Evolução da votação nas eleições

1.905 votos em 2010 · 2 eleições

A votação de Haroldo Wilson Gaia Pará em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 16 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos contratados

Haroldo Gaia declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Pará em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 208 de doações privadas e R$ 15 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil).

Receitas em 2010R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 16 milcontratados
Campanhas12010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2010Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 1% · empresas 93%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil42,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil21,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 3 mil17,3%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil10,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil8,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.