- Serviços de terceirosR$ 181 mil33,0%
- Serviços advocatíciosR$ 82 mil14,9%
- Serviços contábeisR$ 76 mil13,8%
- PessoalR$ 75 mil13,7%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 43 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 135 mil24,5%
Promotor Harfouche (Sergio Fernando Raimundo Harfouche) disputou 3 eleições entre 2018 e 2022, para deputado federal, prefeito e senador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para senador por MS: 292.301 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MS, declarou R$ 562 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 12 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 550 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 181 mil), serviços advocatícios (R$ 82 mil) e serviços contábeis (R$ 76 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 275 mil em 2020 (47% com publicidade por materiais impressos) e R$ 225 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sergio Fernando Raimundo Harfouche em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Promotor Harfouche declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: senador por Mato Grosso do Sul em 2018, prefeito em Campo Grande (MS) em 2020, e deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 562 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 12 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 550 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 181 mil) e serviços advocatícios (R$ 82 mil). Em 2020, 47% dos R$ 275 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, R$ 225 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.