Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alberto Cantalice (Alberto Lopes Cantalice) disputou 2 eleições entre 2010 e 2012, para vice-prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2010 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 686 mil em receitas: R$ 645 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 686 mil, principalmente com pessoal (R$ 161 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 112 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 69 mil).
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Evolução da votação nas eleições
17.312 votos em 2010 · 2 eleições
A votação de Alberto Lopes Cantalice em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 686 mil em receitas · R$ 686 mil em gastos contratados
Alberto Cantalice declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 686 mil em receitas: R$ 645 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 686 mil, principalmente com pessoal (R$ 161 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 112 mil).
partido e outras campanhas 94% · pessoas 2% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 686 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 161 mil23,5%
Materiais impressosR$ 112 mil16,3%
Eventos de promoção da candidaturaR$ 69 mil10,0%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 54 mil7,8%
Outras 14 categoriasinclui R$ 31 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 35 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 290 mil42,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Prefeito · 2012NÃO ELEITO2º TURNO167.522LNova Iguaçu, Rio de Janeiro · 48 anos · Superior incompleto · PDT · nº 12 · 1º turno: 78.759 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PDT / PT / PPS / PRTB / PHS / PTC / PSB / PT do B
Vice-Prefeito · 2012NÃO ELEITO2º TURNO167.522LNova Iguaçu, Rio de Janeiro · 48 anos · Superior incompleto · PDT · nº 12 · 1º turno: 78.759 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PDT / PT / PPS / PRTB / PHS / PTC / PSB / PT do B
Deputado Estadual · 2010SUPLENTE17.312GRJ · 46 anos · Superior incompleto · PT · nº 13667 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.