- Militância e mobilização de ruaR$ 1,2 milhão51,8%
- Materiais impressosR$ 334 mil15,0%
- Serviços de terceirosR$ 231 mil10,4%
- PessoalR$ 150 mil6,7%
- Outras 12 categoriasR$ 362 mil16,2%
Já tem conta? Entrar
Renata Paiva (MDB) ficou como suplente de deputada federal por São Paulo em 2026, com 28.609 votos, pelo resultado oficial do TSE. Renata Paiva (Renata Lemes de Paiva Mendes da Costa) disputou 9 eleições entre 2000 e 2026, para deputada federal, prefeita, deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de São José dos Campos em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por SP: 35.514 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por SP, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 135 mil de outros recursos do partido, R$ 148 mil de doações privadas (102 doadores) e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,2 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 334 mil) e serviços de terceiros (R$ 231 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 238 mil em 2020 e R$ 899 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Renata Lemes de Paiva Mendes da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Renata Paiva declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputada federal por São Paulo em 2006 e 2026, vereadora em São José dos Campos (SP) em 2008, 2012 e 2016, deputada estadual por São Paulo em 2018, e prefeita em São José dos Campos (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 135 mil de outros recursos do partido, R$ 148 mil de doações privadas (102 doadores) e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,2 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 334 mil); R$ 2,2 milhões já foram pagos. Em 2020, R$ 238 mil em gastos; em 2018, R$ 899 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.