Celso Cotrim (Celso Cotrim Coêlho) disputou 5 eleições entre 1996 e 2008, para vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Salvador em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por BA: 12.306 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Salvador/BA, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 8 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 56 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 10 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 10 mil).
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Evolução da votação nas eleições
4.376 votos em 2008 · 5 eleições
A votação de Celso Cotrim Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 50 mil em receitas · R$ 56 mil em gastos contratados
Celso Cotrim declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Salvador (BA) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 8 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 56 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 10 mil).
partido e outras campanhas 4% · pessoas 43% · empresas 15% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 56 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 13 mil22,5%
Publicidade por jornais e revistasR$ 10 mil17,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil17,4%
Locação de imóveisR$ 8 mil13,3%
Outras 8 categoriasinclui R$ 17 lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil29,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2002SUPLENTE12.306GBA · 55 anos · Superior completo · Medico · PT · nº 1369 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B / PV / PMN
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA6.189LSalvador, Bahia · 53 anos · Superior completo · Médico · PT · nº 13669 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B / PPS / PV / PCB
Vereador · 1996SUPLENTE2.989LSalvador, Bahia · 49 anos · Superior completo · Medico · PDT · nº 12669 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.