- PessoalR$ 402 mil57,7%
- Materiais impressosR$ 148 mil21,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 85 mil12,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 26 mil3,7%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil5,1%
Segundo o Radar do Voto, Gianni Nogueira (PL) foi eleita deputada estadual pelo Mato Grosso do Sul em 2026, com 36.108 votos, pelo resultado oficial do TSE. Gianni Nogueira (Gianni Dias Aguillar Nogueira) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputada estadual e vice-prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2026; vice-prefeita de Dourados em 2024. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MS, declarou R$ 685 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 620 do Fundo Partidário e R$ 84 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 696 mil, principalmente com pessoal (R$ 402 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 148 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 85 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gianni Dias Aguillar Nogueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gianni Nogueira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Mato Grosso do Sul em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 685 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 620 do Fundo Partidário e R$ 84 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 696 mil, principalmente com pessoal (R$ 402 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 148 mil); R$ 678 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.