Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcia Tiburi (Marcia Angelita Tiburi) disputou 1 eleição, em 2018, para governadora por RJ, com 447.376 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para governadora por RJ, declarou R$ 5,4 milhões em receitas: R$ 5,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 5,4 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,6 milhão), pessoal (R$ 1,2 milhão) e serviços de terceiros (R$ 830 mil).
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 5,4 milhões em receitas · R$ 5,4 milhões em gastos contratados
Marcia Tiburi declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governadora por Rio de Janeiro em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 5,4 milhões em receitas: R$ 5,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 5,4 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,6 milhão) e pessoal (R$ 1,2 milhão).
FEFC 99% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 5,4 milhões
pago: R$ 5,4 milhões (99%)
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,6 milhão29,2%
PessoalR$ 1,2 milhão21,5%
Serviços de terceirosR$ 830 mil15,5%
Materiais impressosR$ 505 mil9,4%
Outras 18 categoriasinclui R$ 50 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,3 milhão24,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.