- Materiais impressosR$ 310 mil22,4%
- Publicidade por adesivosR$ 150 mil10,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 61 mil4,4%
- PessoalR$ 40 mil2,9%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 700 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 823 mil59,5%
Segundo o Radar do Voto, Erick Musso (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal pelo Espírito Santo em 2026, com 53.726 votos, pelo resultado oficial do TSE. Erick Musso (Erick Cabral Musso) disputou 7 eleições entre 2008 e 2026, para deputado federal, senador, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2018 e 2014; vereador de Aracruz em 2012. A maior votação foi em 2022, para senador por ES: 337.642 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por ES, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 800 mil do Fundo Partidário, R$ 41 mil de outras campanhas e R$ 15 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 310 mil), publicidade por adesivos (R$ 150 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 61 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,7 milhões em 2022 e R$ 343 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Erick Cabral Musso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Erick Musso declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Aracruz (ES) em 2008 e 2012, deputado estadual por Espírito Santo em 2014 e 2018, prefeito em Aracruz (ES) em 2016, senador por Espírito Santo em 2022, e deputado federal por Espírito Santo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,4 milhões em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 800 mil do Fundo Partidário, R$ 41 mil de outras campanhas e R$ 15 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 310 mil) e publicidade por adesivos (R$ 150 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 3,7 milhões em gastos contratados; em 2018, R$ 343 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.