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Foto de Paulo Roberto Veloso

Prof. Paulo Veloso

Paulo Roberto Veloso (nome civil)
4 eleições entre 2020 e 2026 · PT
58 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
Candidato a Deputado Estadual · Minas Gerais · Eleições 2026 · PT · nº 13121
redes informadas ao TSE

Prof. Paulo Veloso (PT) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 8.038 votos, pelo resultado oficial do TSE. Prof. Paulo Veloso (Paulo Roberto Veloso) disputou 4 eleições entre 2020 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por MG: 8.700 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 50 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com pessoal (R$ 15 mil), serviços de terceiros (R$ 14 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 13 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 176 mil em 2024 (43% com militância e mobilização de rua) e R$ 80 mil em 2022.

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Evolução da votação nas eleições

8.038 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Paulo Roberto Veloso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 76 mil em receitas · R$ 69 mil em gastos contratados

Prof. Paulo Veloso declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2022 e 2026, e prefeito em Ubá (MG) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 50 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com pessoal (R$ 15 mil) e serviços de terceiros (R$ 14 mil); R$ 69 mil já foram pagos. Em 2024, 43% dos R$ 176 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2022, 46% dos R$ 80 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 76 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 69 milcontratados, parcial; R$ 69 mil pagos
Gastos em 2024R$ 176 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32022, 2024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 76 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 66% · pessoas 27% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 69 mil
pago até agora: R$ 69 mil (100%)
  • PessoalR$ 15 mil21,7%
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil19,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil19,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 10 mil14,1%
  • Outras 7 categoriasR$ 17 mil25,2%
2024Prefeito, Ubá (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 178 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 85% · pessoas 1% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 176 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 75 mil42,8%
  • Materiais impressosR$ 23 mil13,2%
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil10,5%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 13 mil7,3%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 600 lançados como "diversas a especificar"R$ 46 mil26,1%
2022Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 89 mil
doações de pessoas
FEFC 11% · partido e outras campanhas 36% · pessoas 34% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 80 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 37 mil46,1%
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil18,2%
  • Materiais impressosR$ 13 mil16,7%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil5,3%
  • Outras 8 categoriasR$ 11 mil13,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.