Varlice Cabral

Foto de Varlice Maria Gomes Gonçalves
Varlice Cabral
Varlice Maria Gomes Gonçalves (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2020 · último partido DEM
70 anos em 2020 · Feminino · Ensino médio completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Varlice Cabral (Varlice Maria Gomes Gonçalves) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para vereadora e vice-prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Ananindeua/PA: 1.201 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Ananindeua/PA, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 800 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 779, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 750) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 29). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 49% com publicidade por carros de som.

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Evolução da votação nas eleições

336 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Varlice Maria Gomes Gonçalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 779 em gastos

Varlice Cabral declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Ananindeua (PA) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 800 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 779, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 750) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 29). Em 2016, 49% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por carros de som.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 779campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Ananindeua (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 76% · pessoas 24%
Gasto contratado
R$ 779
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 75096,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 293,7%
2016Vereadora, Ananindeua (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
6 doadores pessoas físicas
partido 6% · pessoas 65% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil48,8%
  • Materiais impressosR$ 1 mil27,7%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 4009,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3007,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 3117,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892