- PessoalR$ 353 mil35,0%
- Publicidade por carros de somR$ 174 mil17,2%
- Materiais impressosR$ 125 mil12,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 68 mil6,7%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 289 mil28,7%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Abdalla (Alexandre Tadeu Salomão Abdalla) disputou 2 eleições entre 2004 e 2008, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Gurupi em 2008; vice-prefeito de Gurupi em 2004. Na campanha de 2008 para prefeito em Gurupi/TO, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 114 mil de outras campanhas, R$ 211 mil de doações privadas (56 doadores), R$ 643 mil de empresas e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 353 mil), publicidade por carros de som (R$ 174 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 125 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Alexandre Tadeu Salomão Abdalla em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Abdalla declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Gurupi (TO) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 114 mil de outras campanhas, R$ 211 mil de doações privadas (56 doadores), R$ 643 mil de empresas e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 353 mil) e publicidade por carros de som (R$ 174 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.