- Materiais impressosR$ 9 mil46,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil13,7%
- Outras 6 categoriasR$ 8 mil40,0%
Clodoaldo Sartor Patricio disputou 1 eleição, em 2020, para prefeito em Sombrio/SC, com 2.927 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeito em Sombrio/SC, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 30 mil de doações privadas (16 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), correspondências e despesas postais (R$ 3 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil).
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Clodoaldo Sartor Patricio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Sombrio (SC) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 30 mil de doações privadas (16 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 3 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.