Marcos Santos (Marcos Antonio dos Santos) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Traipu em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Traipu/AL: 7.724 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Traipu/AL, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 23 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 68 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 58 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 7 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 56 mil.
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Evolução da votação nas eleições
5.643 votos em 2012 (anulados) · 4 eleições
A votação de Marcos Antonio dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 91 mil em receitas · R$ 58 mil em gastos contratados
Marcos Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Traipu (AL) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 23 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 68 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 58 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 7 mil). Em 2008, R$ 56 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 91 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 58 milcontratados
Gastos em 2008R$ 56 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 4% · pessoas 47% · empresas 4% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 56 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 11 mil19,3%
Publicidade por carros de somR$ 9 mil16,1%
Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil12,3%
Serviços de terceirosR$ 6 mil10,2%
Outras 10 categoriasR$ 23 mil42,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2012VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO5.643LTraipu, Alagoas · 51 anos · Superior completo · Advogado · PTB · nº 14 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.