- Materiais impressosR$ 611 mil52,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 170 mil14,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 150 mil12,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 77 mil6,5%
- Outras 5 categoriasR$ 163 mil13,9%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, na eleição de 2026 para senador pela Paraíba, André Gadelha (MDB) teve 121.172 votos, com o registro da candidatura sub judice (ainda em julgamento na Justiça Eleitoral). O resultado dessa candidatura depende da decisão final sobre o registro. André Gadelha (André Avelino de Paiva Gadelha Neto) disputou 9 eleições entre 2000 e 2026, para senador, vice-prefeito, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Sousa em 2012; deputado estadual em 2010; vice-prefeito de Sousa em 2004; vereador de Sousa em 2000. A maior votação foi em 2026, para senador por PB: 121.172 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, indicou R$ 3,7 milhões em 32 emendas estaduais ao orçamento de 2024, para 13 municípios; 67% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para senador por PB, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 510 mil de outros recursos do partido e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 611 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 170 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 150 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 199 mil em 2022 e R$ 298 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de André Avelino de Paiva Gadelha Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
André Gadelha declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Sousa (PB) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Paraíba em 2010 e 2022, e senador por Paraíba em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 510 mil de outros recursos do partido e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 611 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 170 mil); R$ 1 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 199 mil em gastos; em 2016, 44% dos R$ 298 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, André Gadelha indicou R$ 3,7 milhões em 32 emendas estaduais ao orçamento de 2024 (legislatura 2023 a 2026), para 13 municípios. Até a coleta na fonte, 67% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria Estadual de Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Campina Grande, Congo e Serra Branca.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | R$ 3,7 milhões | R$ 2,5 milhões | 67% | 32 | 13 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparencia da Paraiba / API de Dados Abertos (dados.pb.gov.br) — emendas impositivas 2023-2026, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo da Paraíba e a Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo da Paraíba e a Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.