Gusmão

Foto de Fernando Paulo Figueiredo Buarque de Gusmão
Gusmão
Fernando Paulo Figueiredo Buarque de Gusmão (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PRB
49 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Economista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gusmão (Fernando Paulo Figueiredo Buarque de Gusmão) disputou 9 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, deputado estadual, senador e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006; vereador de Rio de Janeiro em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2002, para senador por RJ: 394.630 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 660). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 209 mil em 2012 (48% com publicidade por telemarketing) e R$ 128 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

1.876 votos em 2016 · 9 eleições

A votação de Fernando Paulo Figueiredo Buarque de Gusmão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalSenadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados

Gusmão declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006 e 2010, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil). Em 2012, 48% dos R$ 209 mil em gastos contratados foram com publicidade por telemarketing; em 2010, R$ 128 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 24 milcontratados
Gastos em 2012R$ 209 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 41% · pessoas 44% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil64,2%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil10,4%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 6602,8%
  • PessoalR$ 5002,1%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil20,5%
2012Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 218 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · partido 46% · pessoas 21% · empresas 25% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 209 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por telemarketingR$ 100 mil47,7%
  • Materiais impressosR$ 38 mil18,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 37 mil17,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 29 mil14,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 6 mil2,7%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 128 mil
39 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 25% · pessoas 65% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 128 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 41 mil32,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 33 mil26,2%
  • Publicidade por telemarketingR$ 25 mil19,2%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 9 mil7,0%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 24 lançados como "diversas a especificar" e R$ 500 doados a outros candidatos e partidosR$ 20 mil15,5%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 82 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 44% · pessoas 21% · empresas 18% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 82 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 27 mil32,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 21 mil25,9%
  • Materiais impressosR$ 10 mil12,4%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 2 mil2,4%
  • Outras 4 categoriasR$ 22 mil26,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892