- Serviços de terceirosR$ 10 mil76,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil16,6%
- Materiais impressosR$ 8506,3%
- Impostos, contribuições e taxasR$ 870,6%
- Outras 1 categoriaR$ 470,3%
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Daniel Gonçalves disputou 1 eleição, em 2018, para deputado distrital por DF, com 363 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado distrital por DF, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 14 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil), militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 850).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Daniel Gonçalves declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 14 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Segundo os resultados do TSE, Daniel Gonçalves não foi eleito em 2018.
Em 2018, para deputado distrital por DF, Daniel Gonçalves teve 363 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2018 para deputado distrital por DF, Daniel Gonçalves declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 14 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil), militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 850). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Daniel Gonçalves declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2018.
Segundo os dados do TSE, Daniel Gonçalves concorreu pelo MDB em 2018. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Daniel Gonçalves foi o 512º mais votado entre os candidatos a deputado distrital no Distrito Federal em 2018, com 363 votos, 0,02% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2018 a maior votação de Daniel Gonçalves para deputado distrital foi em Brasília (DF): 363 votos, 0,02% dos votos válidos da cidade.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto