Claudiomiro Cenci

Foto de Claudiomiro Angelo Cenci
Claudiomiro Cenci
Claudiomiro Angelo Cenci (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PP
51 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudiomiro Cenci (Claudiomiro Angelo Cenci) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Putinga em 2016; vice-prefeito de Putinga em 2008; vereador de Putinga em 2004 e 1996. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Putinga/RS: 2.141 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Putinga/RS, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e aquisição/doação de bens móveis ou imóveis (R$ 2 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 21 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.141 votos em 2016 (eleito) · 6 eleições

A votação de Claudiomiro Angelo Cenci em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 25 mil em receitas · R$ 23 mil em gastos

Claudiomiro Cenci declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Putinga (RS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2016, R$ 21 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 25 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 23 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 21 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Putinga (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
doações de pessoas
FEFC 32% · partido e outras campanhas 12% · pessoas 8% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 23 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil43,5%
  • Materiais impressosR$ 5 mil20,5%
  • Aquisição/doação de bens móveis ou imóveisR$ 2 mil9,1%
  • Serviços contábeisR$ 2 mil8,7%
  • Outras 7 categoriasR$ 4 mil18,2%
2016Prefeito, Putinga (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 64% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8 mil36,6%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4 mil17,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil11,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil9,4%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 5 mil25,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892