Feijão

Foto de Antonio da Justa Feijão
Feijão
Antonio da Justa Feijão (nome civil)
7 eleições entre 1990 e 2010 · último partido PTC
54 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Geólogo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Feijão (Antônio da Justa Feijão) disputou 7 eleições entre 1990 e 2010, para deputado federal, prefeito e senador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para senador por AP: 28.981 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por AP, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 2 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 108 mil.

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Evolução da votação nas eleições

5.132 votos em 2010 · 7 eleições

A votação de Antonio da Justa Feijão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 39 mil em receitas · R$ 39 mil em gastos contratados

Feijão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Amapá em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de doações privadas, R$ 2 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil). Em 2006, R$ 108 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 39 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 39 milcontratados
Gastos em 2006R$ 108 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 51% · pessoas 3% · empresas 4% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 39 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 36 mil93,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil6,5%
2006Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 109 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 28% · pessoas 22% · empresas 44% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 108 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 36 mil33,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 35 mil32,2%
  • Materiais impressosR$ 31 mil28,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6 mil5,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 9770,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1994 e 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892