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Sanazar

Foto de Eduardo Sanassar Fonseca
Sanazar
Eduardo Sanassar Fonseca (nome civil)
7 eleições entre 2004 e 2022 · último partido UNIÃO
52 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Sanazar (Eduardo Sanassar Fonseca) disputou 7 eleições entre 2004 e 2022, para deputado federal, vereador e prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 1.653 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SP, declarou R$ 218 mil em receitas: R$ 58 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 159 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 200 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 83 mil), militância e mobilização de rua (R$ 51 mil) e serviços de terceiros (R$ 42 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2014 (49% com publicidade por materiais impressos) e R$ 7 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

637 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Eduardo Sanassar Fonseca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 218 mil em receitas · R$ 200 mil em gastos

Sanazar declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, 2010, 2014 e 2022, e vereador em São Paulo (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 218 mil em receitas: R$ 58 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 159 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 200 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 83 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 51 mil). Em 2014, 49% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 43% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 218 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 200 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 218 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 27% · Fundo Partidário 73% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 200 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 83 mil41,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 51 mil25,7%
  • Serviços de terceirosR$ 42 mil21,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil9,0%
  • Outras 5 categoriasR$ 6 mil3,1%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 22% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil49,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil41,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5909,0%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 150,2%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 60% · pessoas 27% · empresas 12%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil42,8%
  • Materiais de expedienteR$ 2 mil23,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil17,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 75111,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 3184,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 60% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil62,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil29,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 4557,6%
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 16% · empresas 81% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil50,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 75917,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1082,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil29,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.