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Claudete Machado

Foto de Claudete Langendorf Machado
Claudete Machado
Claudete Langendorf Machado (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2012 · PSB
48 anos em 2012 · Feminino · Superior completo
Contador

Claudete Machado (Claudete Langendorf Machado) disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para vice-prefeita, deputada federal e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 4 vezes: vice-prefeita de Itaqui em 2012 e 2008; vereadora de Itaqui em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputada federal por RS: 5.279 votos. Na campanha de 2010 para deputada federal por RS, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 25 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), serviços de terceiros (R$ 8 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil).

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Evolução da votação nas eleições

5.279 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Claudete Langendorf Machado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 31 mil em receitas · R$ 31 mil em gastos contratados

Claudete Machado declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Rio Grande do Sul em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 25 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 31 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil).

Receitas em 2010R$ 31 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 31 milcontratados
Campanhas12010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputada federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 82% · pessoas 10% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil28,1%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil25,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil6,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil3,4%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 11 mil36,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.