- Serviços de terceirosR$ 1 mil39,6%
- Materiais impressosR$ 68427,1%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 42516,8%
- PessoalR$ 40015,9%
- Outras 1 categoriaR$ 140,6%
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Cleide Gomes (Cleide Gomes da Silva) disputou 1 eleição, em 2014, para deputada distrital por DF, com 120 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputada distrital por DF, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 484 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 684) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 425).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Cleide Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada distrital por Distrito Federal em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 484 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 684).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Segundo os resultados do TSE, Cleide Gomes não foi eleita em 2014.
Em 2014, para deputada distrital por DF, Cleide Gomes teve 120 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2014 para deputada distrital por DF, Cleide Gomes declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 484 de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 684) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 425). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Cleide Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada distrital por Distrito Federal em 2014.
Segundo os dados do TSE, Cleide Gomes concorreu pelo PSC em 2014. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Cleide Gomes foi a 794ª mais votada entre os candidatos a deputado distrital no Distrito Federal em 2014, com 120 votos, <0,01% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2014 a maior votação de Cleide Gomes para deputada distrital foi em Brasília (DF): 120 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto