- Materiais impressosR$ 184 mil21,9%
- Serviços de terceirosR$ 170 mil20,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 142 mil16,9%
- Publicidade por adesivosR$ 69 mil8,3%
- Outras 14 categoriasR$ 274 mil32,6%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ada de Luca (Ada Lili Faraco de Luca) disputou 5 eleições entre 2006 e 2022, para deputada federal e deputada estadual. Ela foi eleita 4 vezes: deputada estadual em 2018, 2014, 2010 e 2006. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por SC: 47.813 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, indicou R$ 9,7 milhões em 28 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 23 municípios; 30% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputada federal por SC, declarou R$ 840 mil em receitas: R$ 340 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 500 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 840 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 184 mil), serviços de terceiros (R$ 170 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 142 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 630 mil em 2018 e R$ 778 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ada Lili Faraco de Luca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ada de Luca declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por Santa Catarina em 2006, 2010, 2014 e 2018, e deputada federal por Santa Catarina em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 840 mil em receitas: R$ 340 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 500 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 840 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 184 mil) e serviços de terceiros (R$ 170 mil). Em 2018, R$ 630 mil em gastos; em 2014, R$ 778 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, Ada de Luca indicou R$ 9,7 milhões em 28 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 23 municípios. Até a coleta na fonte, 30% desse valor estava pago. As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Turvo, Sombrio e Timbé do Sul. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 2,9 milhões em 19 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 6,8 milhões em 9 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 2,9 milhões | R$ 2,9 milhões | 100% | 19 | 17 |
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: ALESC / Governo de Santa Catarina — Emendas Parlamentares (cadastro 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.