- Cessão ou locação de veículosR$ 22 mil29,8%
- Publicidade por adesivosR$ 17 mil23,4%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 16 mil22,0%
- Materiais impressosR$ 15 mil20,1%
- Outras 2 categoriasR$ 4 mil4,8%
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Pastor (Cleidevan Ribeiro Leite) disputou 2 eleições entre 2010 e 2018, para deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por AP: 638 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AP, declarou R$ 74 mil em receitas: R$ 54 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 20 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 74 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 22 mil), publicidade por adesivos (R$ 17 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 16 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cleidevan Ribeiro Leite em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pastor declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 74 mil em receitas: R$ 54 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 20 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 74 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 22 mil) e publicidade por adesivos (R$ 17 mil). Em 2010, R$ 2 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Pastor não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2018, para deputado estadual por AP, Pastor teve 638 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2018 para deputado estadual por AP, Pastor declarou R$ 74 mil em receitas: R$ 54 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 20 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 74 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 22 mil), publicidade por adesivos (R$ 17 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 16 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Pastor declarou ao TSE gastos de R$ 74 mil na campanha de 2018 a deputado estadual por AP (tudo pago) e R$ 2 mil na campanha de 2010 a deputado estadual por AP (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Pastor declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2010 e 2018.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Pastor foi em 2018, para deputado estadual por Amapá: 638 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Pastor disputou 2 eleições, de 2010 a 2018: deputado estadual por Amapá em 2010 e 2018. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Pastor concorreu pelo PTB em 2010 e 2018. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Pastor foi o 132º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Amapá em 2018, com 638 votos, 0,16% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2018 a maior votação de Pastor para deputado estadual foi em Santana (AP): 359 votos, 0,57% dos votos válidos da cidade.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto