- Materiais impressosR$ 13 mil11,7%
- Serviços de terceirosR$ 11 mil9,3%
- Locação de imóveisR$ 5 mil4,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil1,0%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 52 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 84 mil73,7%
Vilmar Schwalm (Vilmar Wolfle Schwalm) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Cerro Grande do Sul/RS e foi eleito com 2.903 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Cerro Grande do Sul/RS, declarou R$ 114 mil em receitas: R$ 22 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 78 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e serviços de terceiros (R$ 11 mil).
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Vilmar Schwalm declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Cerro Grande do Sul (RS) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 114 mil em receitas: R$ 22 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 78 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.