- Materiais impressosR$ 3 mil28,2%
- Locação de imóveisR$ 2 mil22,1%
- Serviços contábeisR$ 2 mil17,4%
- Serviços advocatíciosR$ 1 mil15,5%
- Outras 3 categoriasR$ 2 mil16,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nélio Fortunato (Nélio Fortunato de Oliveira) disputou 3 eleições entre 2010 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por GO: 28.290 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Trindade/GO, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), locação de imóveis (R$ 2 mil) e serviços contábeis (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 728 mil em 2014 (69% com pessoal) e R$ 782 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Nélio Fortunato de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nélio Fortunato declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2010 e 2014, e vereador em Trindade (GO) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e locação de imóveis (R$ 2 mil). Em 2014, 69% dos R$ 728 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, R$ 782 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.