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Joaquim Pires

Foto de Joaquim da Silva Pires
Joaquim Pires
Joaquim da Silva Pires (nome civil)
4 eleições entre 1998 e 2014 · último partido PR
57 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Joaquim Pires (Joaquim da Silva Pires) disputou 4 eleições entre 1998 e 2014, para deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Minaçu em 2004. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Minaçu/GO: 10.016 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por GO, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 35 mil, 43% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

828 votos em 2012 · 4 eleições

A votação de Joaquim da Silva Pires em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Joaquim Pires declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Minaçu (GO) em 2012, e deputado estadual por Goiás em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil). Em 2012, 43% dos R$ 35 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2014R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 1 milcontratados
Gastos em 2012R$ 35 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2014Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil100,0%
2012Prefeito, Minaçu (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 190 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 16% · partido e outras campanhas 47% · empresas 37%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 15 mil42,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil34,1%
  • Materiais impressosR$ 8 mil21,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5001,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.