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Prof. Mazzeo

Foto de Antonio Carlos Mazzeo
Prof. Mazzeo
Antonio Carlos Mazzeo (nome civil)
3 eleições entre 1996 e 2016 · PCB
66 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Civil Aposentado

Prof. Mazzeo (Antonio Carlos Mazzeo) disputou 3 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e senador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para senador por SP: 24.221 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 700 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 574, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 395), publicidade por adesivos (R$ 168) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 12).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

88 votos em 2016 (anulados) · 3 eleições

A votação de Antonio Carlos Mazzeo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 700 em receitas · R$ 574 em gastos contratados

Prof. Mazzeo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em São Paulo (SP) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 700 em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 574, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 395) e publicidade por adesivos (R$ 168).

Receitas em 2016R$ 700campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 574contratados
Campanhas12016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 700
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 574
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 39568,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 16829,2%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 122,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.