Daltro Fiuza disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Sidrolândia em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Sidrolândia/MS: 10.646 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeito em Sidrolândia/MS, declarou R$ 79 mil em receitas, de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil), serviços contábeis (R$ 18 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 301 mil em 2014 (43% com pessoal) e R$ 388 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
10.646 votos em 2020 (anulados) · 5 eleições
A votação de Daltro Fiuza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 79 mil em receitas · R$ 79 mil em gastos
Daltro Fiuza declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Sidrolândia (MS) em 2008 e 2020, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 79 mil em receitas, de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e serviços contábeis (R$ 18 mil). Em 2014, 43% dos R$ 301 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2008, R$ 388 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 79 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 79 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 301 milcontratados, campanha encerrada
partido 6% · pessoas 52% · empresas 7% · próprios 3% · outras 33%
Gasto contratado
R$ 388 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 102 mil26,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 41 mil10,5%
Materiais impressosR$ 40 mil10,2%
Eventos de promoção da candidaturaR$ 31 mil8,0%
Outras 13 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 174 mil44,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO10.646LSidrolândia, Mato Grosso do Sul · 70 anos · Branca · Ensino médio completo · Pecuarista · MDB · nº 15 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 2000NÃO ELEITO5.125LSidrolândia, Mato Grosso do Sul · 50 anos · Ensino médio completo · Técnico em Agronomia e Agrimensura · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.