Luiz Humberto (Luiz Humberto Campos) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Bom Sucesso de Itararé em 2016; vice-prefeito de Bom Sucesso de Itararé em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Bom Sucesso de Itararé/SP: 1.231 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Bom Sucesso de Itararé/SP, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 36 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com baixa de estimaveis - serviços prestados por terceiros (R$ 13 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil).
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A votação de Luiz Humberto Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.