Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Gouvêa (Paulo Gilberto Gouvêa da Costa) disputou 5 eleições entre 1998 e 2014, para 1º suplente, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: 1º suplente em 2014; deputado federal em 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por SC: 72.804 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por SC, declarou R$ 187 mil em receitas: R$ 120 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 66 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 187 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil), despesas postais (R$ 39 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 26 mil).
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Evolução da votação nas eleições
39.896 votos em 2006 · 5 eleições
A votação de Paulo Gilberto Gouvêa da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. FederalPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 187 mil em receitas · R$ 187 mil em gastos contratados
Paulo Gouvêa declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Santa Catarina em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 187 mil em receitas: R$ 120 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 66 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 187 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil) e despesas postais (R$ 39 mil).
partido e outras campanhas 64% · pessoas menos de 1% · empresas 35%
Gasto contratado
R$ 187 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 41 mil22,0%
Despesas postaisR$ 39 mil20,7%
Eventos de promoção da candidaturaR$ 26 mil13,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil8,5%
Outras 15 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 66 mil35,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2002SUPLENTE61.487GSC · 59 anos · Superior completo · Advogado · PFL · nº 2525 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PFL / PSL
Prefeito · 2000NÃO ELEITO43.478LBlumenau, Santa Catarina · 57 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PFL · nº 25 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1998ELEITO · MÉDIA72.804GSC · 55 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PFL · nº 2555 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.