Zambon

Foto de Jose Carlos Zambon
Zambon
Jose Carlos Zambon (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSDB
61 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zambon (José Carlos Zambon) disputou 6 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Fernandópolis em 2012; vereador de Fernandópolis em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 15.660 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Fernandópolis/SP, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 210 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil), serviços de terceiros (R$ 2 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 700). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2008 (46% com publicidade por jornais e revistas) e R$ 32 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

297 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Jose Carlos Zambon em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 7 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Zambon declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, e vereador em Fernandópolis (SP) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 210 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2008, 46% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas; em 2006, R$ 32 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Fernandópolis (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 52% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil53,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil25,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 70011,6%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 5909,8%
2008Vereador, Fernandópolis (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 22% · pessoas menos de 1% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil45,6%
  • Materiais impressosR$ 1 mil18,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5308,0%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 3004,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil23,8%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 49% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 8 mil25,2%
  • PessoalR$ 3 mil10,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil9,4%
  • TelefoneR$ 2 mil6,0%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 484 lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil49,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892