- Serviços de terceirosR$ 4 mil38,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil28,9%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil24,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 5004,8%
- Outras 2 categoriasR$ 3983,8%
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Miguel Lima (Miguel Gonçalves Lima) disputou 3 eleições entre 2000 e 2014, para deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por TO, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 900 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 30 mil, 41% com publicidade por carros de som.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Miguel Gonçalves Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Miguel Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 900 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Em 2010, 41% dos R$ 30 mil em gastos contratados foram com publicidade por carros de som.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Miguel Lima não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2010, para deputado estadual por TO, Miguel Lima teve 993 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2014 para deputado estadual por TO, Miguel Lima declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 900 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Miguel Lima declarou ao TSE gastos de R$ 10 mil na campanha de 2014 a deputado estadual por TO (gasto contratado declarado) e R$ 30 mil na campanha de 2010 a deputado estadual por TO (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Miguel Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2010 e 2014.
Segundo os dados do TSE, Miguel Lima disputou 3 eleições, de 2000 a 2014: vice-prefeito em Combinado (TO) em 2000; deputado estadual por Tocantins em 2010 e 2014. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Miguel Lima concorreu pelo PFL em 2000, pelo PSB em 2010 e pelo PMDB em 2014. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Miguel Lima foi o 92º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Tocantins em 2010, com 993 votos, 0,13% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2010 a maior votação de Miguel Lima para deputado estadual foi em Combinado (TO): 618 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto