Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marly Abdalla (Marly Gonçalves Abdalla) disputou 9 eleições entre 1994 e 2018, para deputada federal, vereadora, deputada estadual e vice-prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para deputada estadual por MA: 18.196 votos. Na campanha de 2018 para deputada federal por MA, declarou R$ 197 mil em receitas: R$ 154 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 191 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 155 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 21 mil) e serviços de terceiros (R$ 15 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 26 mil em 2012 (74% com publicidade por materiais impressos) e R$ 77 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
3.669 votos em 2018 · 9 eleições
A votação de Marly Gonçalves Abdalla em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 197 mil em receitas · R$ 191 mil em gastos
Marly Abdalla declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por Maranhão em 2006 e 2010, vereadora em São Luís (MA) em 2008 e 2012, e deputada federal por Maranhão em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 197 mil em receitas: R$ 154 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 191 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 155 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 21 mil). Em 2012, 74% dos R$ 26 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 63% dos R$ 77 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2018R$ 197 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 191 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 26 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6174,2%
Locação de imóveisR$ 6004,1%
Outras 2 categoriasR$ 1 mil8,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE18.196GMA · 62 anos · Superior completo · PFL · nº 25157 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PST
Deputado Estadual · 1998ELEITO18.157GMA · 58 anos · Superior completo · PFL · nº 25157 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PMDB / PSD
Deputado Estadual · 1994ELEITO · MÉDIA13.897GMA · 54 anos · Superior completo · Professor · PFL · nº 25157 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.