- Militância e mobilização de ruaR$ 1,3 milhão43,8%
- Materiais impressosR$ 491 mil16,3%
- Publicidade por adesivosR$ 244 mil8,1%
- Serviços de terceirosR$ 219 mil7,3%
- Outras 16 categoriasR$ 740 mil24,6%
Segundo o Radar do Voto, Alice Portugal (PCDOB) foi eleita deputada federal pela Bahia em 2026, com 114.395 votos, pelo resultado oficial do TSE. Alice Portugal (Alice Mazzuco Portugal) disputou 11 eleições entre 1994 e 2026, para deputada federal, prefeita, deputada estadual e vice-prefeita. Ela foi eleita 9 vezes: deputada federal em 2026, 2022, 2018, 2014, 2010, 2006 e 2002; deputada estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Salvador/BA: 193.102 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 237 milhões empenhados em 161 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 215 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por BA, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 261 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 195 mil de doações privadas (134 doadores) e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,3 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 491 mil) e publicidade por adesivos (R$ 244 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 3 milhões em 2022 e R$ 1,7 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Alice Mazzuco Portugal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Alice Portugal declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputada federal por Bahia em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeita em Salvador (BA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 261 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 195 mil de doações privadas (134 doadores) e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,3 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 491 mil); R$ 2,5 milhões já foram pagos. Em 2022, R$ 3 milhões em gastos; em 2018, R$ 1,7 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Alice Portugal teve R$ 237 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 161 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 215 municípios. Já foram pagos R$ 205,2 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Salvador, Lapão e Caetanos. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 107,9 milhões em 60 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 76,5 milhões em 59 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 52,6 milhões em 42 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 35,3 milhões | R$ 31,1 milhões | 88% | 19 | 42 |
| 2025 | R$ 37,2 milhões | R$ 35,4 milhões | 95% | 25 | 39 |
| 2024 | R$ 35,3 milhões | R$ 35,3 milhões | 100% | 16 | 13 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 107,8 milhões | R$ 101,9 milhões | 95% | 60 | 54 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.